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Valor revela que setor de saúde bateu recorde de fusões e aquisições em 2019

20/12/2019

 

 

Matéria publicada no Valor de hoje afirma que o setor de saúde vai encerrar o ano com pelo menos 80 fusões e aquisições envolvendo operadoras, hospitais, clínicas e laboratórios. É o maior volume de transações desde 2000. No ano passado, foram registradas 52 transações, segundo dados compilados pela consultoria KPMG e o Valor.

 

Esse movimento deve continuar, de acordo com especialistas, assessores financeiros e advogados que já têm negócios de saúde engatilhados para ser fechados em 2020.

 

“A cadeia das operadoras verticalizadas é muito grande. Elas compram desde operadoras até hospitais e laboratórios. Neste ano, fechamos oito operações no setor de saúde e temos outros 15 projetos em negociação”, disse Saulo Sturaro, sócio da JK Capital, consultoria que assessorou a venda do laboratório Ecoimagem para o Ghelfond.

 

De acordo com a reportagem, apostas tão vultosas se devem a uma combinação de fatores demográficos, econômicos e características próprias do setor de saúde.

 

Hoje, só 25% da população brasileira têm convênio médico e os demais 75% são atendidos por uma rede pública que sofre com superlotação. Além desse público potencial, o setor privado de saúde ainda é extremamente pulverizado. Há no país cerca de 1,2 mil operadoras de planos de saúde e odontológicos, 4,2 mil hospitais e 24,5 mil laboratórios de medicina diagnóstica.

 

Os investidores demonstram tamanho interesse devido ao envelhecimento da população, que vai consumir mais serviços de saúde.

 

Além disso, há o surgimento de exames de genética que permitem tratamentos médicos personalizados, eficazes e mais caros (pelo menos nos primeiros anos). Empresas de medicina diagnóstica como Dasa e Fleury vêm dando especial atenção a esse negócio.

 

A Dasa é uma das principais investidoras do primeiro programa de sequenciamento do genoma de brasileiros.De olho no futuro, a fotografia atual mostra várias empresas de saúde num processo de transformação que tende a se acentuar nos próximos anos.

 

O Fleury e a Rede D’Or estão diversificando seu negócio. A companhia de medicina diagnóstica adquiriu uma consultoria de gestão de saúde e, em apenas um ano, viu sua base de clientes aumentar de 200 mil para 900 mil. Além disso montou uma clínica de tratamento ortopédico.

 

A Rede D’Or, por sua vez, é uma das companhias que mais diversificou seu negócio. Em agosto, o grupo hospitalar adquiriu 10% da Qualicorp, tornando-se um dos maiores acionistas da empresa líder em planos de saúde por adesão.

 

A Rede D’Or também é dona de uma corretora de planos de saúde corporativos com cerca 1,8 milhão de clientes, uma empresa de banco de sangue, laboratório de medicina diagnóstica e clínicas oncológicas.

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